domingo, 10 de julho de 2011

DONA MORTA


"Não tenho conclusões para a morte e espero que ela também não as tenha para mim. Se boa ou ruim, se é o fim ou um novo começo, se traz alívio ou sofrimento...
Por enquanto prefiro achar a Dona Morta, uma penetra de festa, pois chega sem ser convidada. Por vezes, chega no auge da festa. E ainda que venha trajando um pretinho básico, é antiquada. Sem falar naquela face branca, pálida, com cara de quem já morreu... Poderia ao menos passar o blush antes de sair de casa.

E quanto ao amanhã? Fica a dica: Sair do futuro onde não podemos fazer nada, exceto em sonhos, em fantasias, em divagações, e entrar no presente, onde tudo acontece (Eu tento, nem sempre consigo)".

Madá - do blog: Imagem, linguagem e bobagem. 

3 comentários:

Madá disse...

rsrsrs...
Errata: Era para ser Dona Morte e não Dona Morta. Vale uma correção?

Adorei o post.
Beijo, Madá.

Madá disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Madá disse...

Então está combinado a intencionalidade: a Dona é mesmo morta.
Vindo de ti, aceito a sentença que por ora me fora imposta. Se fosse ela, a tal Dona, que estivesse a me sentenciar, eu juro que iria impetrar tantos recursos quantos me fossem possíveis... E... Acabaram-se meus vocábulos do "direitiquês"... rsrsrs